Caça ao bicho-barbeiro acontecerá em 17 pontos de Araçatuba
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A Prefeitura de Araçatuba iniciou este mês a operação para controlar a proliferação do bicho-barbeiro, inseto que pode transmitir a doença de Chagas. O trabalho é feito com a limpeza e a pesquisa em palmeiras da zona urbana. A ação acontece anualmente em 17 pontos da cidade. Na manhã de quarta-feira (18), foi a vez da praça João Pessoa, no Centro, receber a prevenção.
O plano de ação para reduzir o bicho-barbeiro começou no dia 2 e se estende até o dia 30. A manutenção nas palmeiras é feita com a ajuda de um caminhão, dotado de um suporte que consegue levantar o funcionário a 20 metros de altura. Assim, é possível ter acesso às copas para retirar detritos onde o inseto se desenvolve. A chefe de serviço administrativo do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), Edna Vargas, explica que o foco nas palmeiras se deve porque elas são utilizadas pelas maritacas como abrigo. A ave é apontada como um dos meios de transporte do bicho-barbeiro e, consequentemente, o inseto também passou a utilizar as copas para abrigo.
A Prefeitura conta com o apoio da Sucen (Superintendência de Controle de Endemias) no combate ao bicho-barbeiro. "Os insetos capturados são enviados para o laboratório da Sucen, onde serão analisados e no final do trabalho teremos o resultado", explica Edna. O objetivo é verificar se os exemplares estão contaminados pelo protozoário que causa a doença de Chagas, o Trypanosoma cruzi.
O plano de ação para reduzir o bicho-barbeiro começou no dia 2 e se estende até o dia 30. A manutenção nas palmeiras é feita com a ajuda de um caminhão, dotado de um suporte que consegue levantar o funcionário a 20 metros de altura. Assim, é possível ter acesso às copas para retirar detritos onde o inseto se desenvolve. A chefe de serviço administrativo do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), Edna Vargas, explica que o foco nas palmeiras se deve porque elas são utilizadas pelas maritacas como abrigo. A ave é apontada como um dos meios de transporte do bicho-barbeiro e, consequentemente, o inseto também passou a utilizar as copas para abrigo.
A Prefeitura conta com o apoio da Sucen (Superintendência de Controle de Endemias) no combate ao bicho-barbeiro. "Os insetos capturados são enviados para o laboratório da Sucen, onde serão analisados e no final do trabalho teremos o resultado", explica Edna. O objetivo é verificar se os exemplares estão contaminados pelo protozoário que causa a doença de Chagas, o Trypanosoma cruzi.
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